Na Colina Melancólica

Lá, no alto da Colina Melancólica, há um simulacro de vida só aguardando o enterro do próximo sonho. Está me acompanhando? Você não pode ter o que quer, mas pode ter a mim. Vamos lá, querido, mar adentro. Porque você é o meu remédio sempre que estamos juntos. Alerta a todos os submarinos: estamos naufragando. E se um dia eu notar algo estranho em sua voz, será que vejo o despontar de um novo sonho? Bom, se você não conseguir o que quer, então venha comigo para o alto da Colina Melancólica, onde um peixe-boi espera sentado, só aguardando o dia em que você estará de volta ao meu lado. 

(Aqui há um áudio que só toca na versão do Substack.)

(uma leitura de “On Melancholy Hill” na qual o eu poético é a depressão, o vício ou algum padrão tóxico e conhecido qualquer te chamando de volta pra ele com a voz mais compreensiva e reconfortante do mundo.)

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On Melancholy Hill

Up on Melancholy Hill

There’s a plastic tree

Are you here with me?

Just looking out on the day

Of another dream

Well you can’t get what you want

But you can get me

So let’s set out to sea, love

‘Cause you are my medicine

When you’re close to me

When you’re close to me

So call in the submarines

‘Round the world we’ll go

Does anybody know, love

If we’re looking out on the day

Of another dream?

If you can’t get what you want

Then come with me

Up on Melancholy Hill

Sits a manatee

Just looking out for the day

When you’re close to me

When you’re close to me

When you’re close to me

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4 comentários sobre “Na Colina Melancólica”

  1. Nao conhecia, mas agora nunca mais vou ouvir do mesmo jeito.

  2. “Simulacro de vida” pode ser uma referência Baudrillardiana…😊

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